"É que por enquanto a metarmofose de mim em mim mesma não faz sentido. É uma metamorfose em que eu perco tudo o que tinha, e o que sou. E agora o que sou? Sou: estar de pé diante de um susto. Sou: o que vi. Não entendo e tenho medo de entender, o material do mundo me assusta, com seus planetas e baratas". (C.L)
Se é ruim estar submissa à alguém,à você mesmo perde-se total controle. Meu ego grita,chora,machuca,silencia,pula...na maneira de expor a vontade de voltar a dominar todo 'corpo estranho' que chegar sem pedir licença. Termina que somos recolhidos às fraquezas, achamos que sabemos demais e somos fortes o bastante para se fazer maior que qualquer sentimento fora do normal. Aliás,anormal só para os que não sabem ainda se é bom ou ruim,pois têem seus motivos. Normal para os desvairados,sem medo de tropeçar,sem medo de perder... Talvez eu seja mais calculista que penso,e penso demais onde tudo pode me levar,assim criando anti-corpos e aprendendo como não me perder.
Mas não me venha dizer que isso não é bom,pois a segurança em mim é o de mais valioso. -"A fé que você deposita está em você,e só." Não quero estar abaixo da minha linha de raciocínio,quero saber o que é melhor,diferenciar o certo do errado. E não,meu egocentrismo jamais criará barreira entre eu e a vida. Pois a 'liberdade cresce no terreno da espontaneidade'. E isso é o melhor de viver. Direito sobre você mesma,sensação única. Voar se quiser e ir contra qualquer lei desenvolvida por grandes cientistas ou filósofos...e apenas argumentar: Porque eu quero!
É até engraçado como meu cérebro bloqueia a sensação de impotência,parece que eu nasci pra esvair meu lado 'malandrinho'. Eu gosto dos jeitinhos e da sensação de estar tudo sob controle,por isso me desespero quando algo vai além do meu ver,corre das minhas mãos...
Pois é,isso tudo é porque eu não consigo citar amor,sem submissão. Submissão a si. E mais uma vez,a tempestade quem faz sou eu. E agora josé?



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